“A realidade é que
sem ela
Não há paz não há
beleza...”
Morri de saudade da minha biscoitinha e
ponto. Não me julguem. Sabatiquei + melancoliei essa semana!
Vou me explicar...
Estava tudo tranquilo do lado de
cá. Biscoitinha tava toda atlética fazendo bolinhas na barriga da mamãe (galera
do snapchat viu isso). E aquela duvida: será bebê? Serão gases? Confundir bebê
com gases, nada glorioso, mas é a vida né blogosfera. Com 15 semanas e uns
quebrados foi oficial: é minha pipoquinha! Cá estou eu sentindo borboletinhas e
peixinhos na barriga. É tão leve, tão discreto, exige tanta concentração... Mas
é tão, tão emocionante =)
Voltando ao início da conversa,
tive uma semana complicada. Iniciando com um namoro nada inocente do
final de semana. No meio do ato saiu um tiquinhosinho de sangue. Bem pouco, e
só percebi pq o marido viu, mas foi o suficiente pra me deixar encucada. Fiz o
teste do cotonete, não saiu nada e não era no colo do útero, era algo mais
externo. Me joguei com força no google e li que a área da vagina fica bastante
vascularizada na gravidez e isso pode acontecer. Se for em pequena quantidade e
não vier acompanhado de dor/cólica, não deveria me preocupar. Mas veja lá se
uma grávida não se preocuparia com uma coisa dessas?
Passado esse pequeno estresse,
fomos dormir. Tive um pesadelo HORROROSO, em que presenciava um assassinado! Lá
fui eu pro google. O significado dos sonhos dizia: vem notícia ruim por ai.
Pronto, lá fui eu entrar em paranoia. Não tem erro, meus sonhos e eu temos uma
conexão muito forte.
Pouco tempo depois recebi uma notícia
péssima, que me abalou demais! Uma amiga de longa data, hoje não somos tão
próximas, perdeu o bebê no nono mês de gravidez. Ela sabia da minha gravidez
(descobriu através de um amigo nosso em comum e veio me parabenizar) e eu sabia da dela através do Facebook. Chegamos
a conversar algumas poucas vezes sobre parto e cuidados com a gestação.
Eu não
consegui acreditar, aquilo mexeu muito comigo. Chorei por ela, como se a dor
fosse um pouco minha também. Não se sabe o porquê do ocorrido. Além de ter que
lidar com a dor da perda, tem que se preocupar com funeral e enterro. É nessas
horas que fazemos todas as preguntas que nunca serão respondidas =(
Marido viu o quanto me abalei.
Sugeriu que fizéssemos uma ultra de 16 semanas, por conta própria, sem pedido
médico, só pra relaxar e ver nossa bebê. Eu concordei, claro, a saudade era
muita e eu estava tão preocupada... Foi a melhor coisa que poderíamos ter
feito. Aqui está nossa biscoitinha pra lá de sapeca (mais uma vez não parou
quieta) =)
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16 semanas de muito amor |
Agora quero ver eu me segurar até a próxima ultra, com 23 semanas... SOCORRO!